A Banda dos Corações Partidos lança clipe da potente ‘Que Amor é Esse?

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Música, com participação da rapper Stella, é um avassalador indie rock do recém-lançado disco ‘Canções De Ódio, Ressentimento e Abandono’

“Que amor é esse?”, música do recém-lançado segundo disco do grupo sergipano A Banda dos Corações Partidos com participação da rapper Stella, acaba de ganhar um videoclipe tão potente e expressivo como a canção, um indie rock denso, com passagens intimistas e outras explosivas, que expõe perspectivas de um relacionado tóxico.

Assista ao clipe aqui: 

É, sem dúvida, a música mais visceral do disco ‘Canções De Ódio, Ressentimento e Abandono’, em que Diane Veloso sente e dramatiza cada palavra cantada, na carne e na alma. O instrumental acompanha a tensão, tanto nos arranjos como nas melodias, entre partes cadenciadas e outras explosivas.

Amar é sofrer? É manipulação, chantagem, agressão? É possessividade? Não, isso não é amor! É melhor ficar só“, reflete Diane em diálogo com a letra e contexto da letra, agora também escancarada em imagens, que se comunicam com a linguagem das artes cênicas.

Concepção do videoclipe

Sobre o clipe, o diretor Baruch Blumberg comenta sobre esta conexão da música com o teatro.

A letra me trouxe uma visualidade teatral, com cenários propostos em cima desse palco, que mostra que é palco, mas que também quebra essa parede com a câmera. Além disso, desde o primeiro momento fez sentido ser no teatro, pois a banda carrega todo esse elemento cênico com a força de Diane, que tem o teatro como parte essencial de sua vida“.

O clipe, revela Baruch, foi filmado em um dia só. “Montamos todos os cenários e íamos saltando de um para o outro, criando uma coisa orgânica da banda por esses espaços, se misturando ao tecido e as formas e sombras do corpo, as projeções nas fitas“.

Auto-observação

“Que amor é esse?”, aponta Baruch, leva o ouvinte – e agora espectador – a um lugar de auto-observação, de se indignar com o qual pouco essa coisa que se chama de ‘amor’ realmente chega onde talvez deveria.

E aceitar esse pouco afeta nosso próprio amor. E conseguimos construir uma proposta que se formata em cena, mas também se conecta com os rostos e como todas estamos procurando por isso de alguma forma, mas que cada vez mais temos certeza que um determinado formato não nos satisfaz“, ele completa.

Saiba mais sobre A Banda dos Corações Partidos clicando aqui.

via Tedesco Mídia

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